As 5 coisas que quase todas as famílias descobrem tarde demais sobre as suas fotografias
Não é um artigo para assustar ninguém. São cinco coisas que costumam descobrir-se no pior momento — e que, sabendo-as hoje, se resolvem numa tarde.
As fotografias de uma família raramente são de uma pessoa só. São o casamento dos avós, o batizado dos netos, os verões na praia — tudo junto, geralmente num telemóvel ou num computador. Estas são as cinco coisas que ninguém nos conta sobre elas.
A nuvem não guarda uma cópia
A mais comumPorque acontece"Está no iCloud, está no Google Fotos — está guardado." É o que toda a gente pensa. É para isso que se paga, não é?
O que se descobreA nuvem sincroniza — não copia. Se apagar uma fotografia no telemóvel, ela desaparece também da nuvem. Não é um cofre: é um espelho. E costuma descobrir-se isto depois de apagar.
O que fazerTer uma cópia verdadeira: as fotografias em dois sítios, independentes um do outro. Se desaparecem num, continuam no outro.
Está tudo num único aparelho
A silenciosaPorque aconteceO telemóvel está sempre connosco, por isso as fotografias vão ficando lá. Anos delas. É natural — ninguém decide isto, simplesmente acontece.
O que se descobreUm único aparelho é uma única oportunidade. Um telemóvel que cai, um computador que uma manhã não liga — e décadas de memórias da família inteira dependem de um aparelho que ninguém escolheu pela fiabilidade.
O que fazerO mesmo que na descoberta 1: dois sítios. Não é preciso um sistema — dois sítios chegam para dormir descansado.
O "logo se vê" chega sempre tarde demais
A que mais custaPorque acontece"Um dia destes trato disso." Toda a gente o diz — e com razão: a vida está cheia, e as fotografias parecem estar bem onde estão.
O que se descobreOs aparelhos não avisam antes de avariar. Nas famílias que perderam fotografias, a intenção quase sempre existia. Faltou só a tarde.
O que fazerEscolher uma solução tão simples que o "logo se vê" deixe de fazer sentido. Se demora mais do que um café, é a solução errada.
A mensalidade nunca acaba
A mais caraPorque acontece"São só uns euros por mês." E ativou-se sozinha, um dia, ao configurar o telemóvel. Quase não se dá por ela.
O que se descobreUns euros por mês, para sempre, são muito dinheiro. Um exemplo simples:
| Armazenamento na nuvem, exemplo: 2,99 € por mês | 36 € por ano |
| Ao fim de 5 anos | ± 180 € |
| Ao fim de 10 anos | ± 360 € — e continua |
E aindaAo fim de dez anos a pagar, nada é seu. Se deixar de pagar, os ficheiros começam a contar os dias. É uma renda — sobre as suas próprias memórias.
O que fazerPagar uma vez por algo que fica seu. Sem mensalidades, sem letras pequenas.
As soluções complicadas ficam por fazer
A armadilha dos cuidadososPorque acontece"Se é para fazer, é para fazer bem." E o plano cresce: discos, pastas, contas, aplicações. A intenção é das melhores.
O que se descobreQuanto maior o plano, maior a probabilidade de ficar em plano (ver a descoberta 3). E o que exige senhas, aplicações e manutenção acaba abandonado ao terceiro mês.
O que fazerA solução mais simples que resolva mesmo o problema — uma cópia verdadeira, sem complicações. Aqui, simples não é preguiça: é a razão pela qual continua a acontecer.
Nada é movido — tudo é copiado. Depois, as memórias da família ficam em dois sítios em vez de um: no aparelho, e na gaveta lá de casa. Vejamos as cinco descobertas, uma a uma:
- Descoberta 1, resolvida: uma cópia verdadeira, não uma sincronização. Se apagar algo no telemóvel, continua na TitanDrive.
- Descoberta 2, resolvida: tudo em dois sítios, independentes. Um aparelho avariado deixa de ser uma tragédia.
- Descoberta 3, resolvida: a primeira vez demora cerca de vinte minutos. Atualizar depois são uns minutos. O "logo se vê" fica sem desculpa.
- Descoberta 4, resolvida: paga uma vez. Sem assinatura, sem conta, sem mensalidade que continua sozinha.
- Descoberta 5, resolvida: sem aplicações, sem senhas, sem manutenção. Ligar, botão, pronto — simples ao ponto de se continuar a fazer.
Duas coisas, com toda a franqueza
Antes de encomendar
1. A TitanDrive não é a opção mais barata de comprar. Uma pen USB simples custa menos — mas raramente tem espaço para anos de fotografias e vídeos, e precisa do computador como intermediário. E a nuvem, com o tempo, sai mais cara (veja as contas na descoberta 4). Aqui paga uma vez, e fica sua.
2. Não faz cópias automáticas. As fotografias novas não entram sozinhas: liga o aparelho, carrega no botão, e em poucos minutos está atualizado. Quando o faz, decide você — depois das férias, no fim do mês. Para nós é uma troca justa: o automático da nuvem vem com senhas, mensalidades e a descoberta número 1.
O que dizem os compradores
"Sou eu que guardo as fotografias da família toda. Agora durmo descansada."
"A minha filha ligou-mo em dez minutos. Depois passei a fazê-lo sozinha."
"Finalmente sem mensalidades. Liguei, copiei, pronto."
Perguntas frequentes
Funciona com o meu telemóvel?
Cabe lá o arquivo da família toda?
Preciso de perceber de tecnologia?
É uma assinatura?
E se afinal não for para mim?
As fotografias desaparecem do telemóvel quando copio?
Cinco descobertas. Resolvidas numa tarde.
Cópia verdadeira. Um botão. Paga uma vez.
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